Sintegração sobre abertura

 Durante a primeira rodada de debates eu fui observador e me cabia apenas ficar passivo às discussões dos outros estudantes em relação à temática de "digital e virtualidade", os quais chegaram a conclusão que o primeiro conceito está relacionado à uma ferramenta ou formato, enquanto o segundo aborda a abertura de possibilidades e interação com alguma obra específica. Já na segunda rodada debati sobre a magia com relação à uma obra, na qual concluímos que a magia seria a experimentação, que não precisa ser entendida, uma vez que a preparação da obra pode diminuir a reflexão dos apreciadores.

No decorrer da atividade, me coube debater sobre os obstáculos dos não objetos na abertura de possibilidades.  A partir disso, pensámos que quando: não há um parâmetro tão definido, há uma forma cristalizada e há utilidade definida ou com inúmeras utilizações, obtêm-se barreiras na construção de um não objeto, visto que ele não incorporará o propósito de ser transformado e causar reflexão no usuário. Finalmente, fui crítico em uma rodada que tinha como tema a diferença entre um objeto, um quase objeto e um não objeto, na qual houve bastante dificuldade em descreve-los, pois não conseguiram caracterizar o meio termo entre um aparato que tem utilidade definida e forma cristalizada de um com aspectos opostos.

Diante dessa experiência, percebi quais posições dos debates me sentia mais confortável e quais assuntos tinha mais capacidade para desenvolver, um interferindo no outro, já que não gostava de argumentar quando não entendia o tema, por exemplo. Desse modo, achei interessante e a perspectiva dos alunos com relação aos assuntos me elucidou em diversas questões sobre parâmetros, digital, virtualidade e não objeto.

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