Críticas dos stopmotions em grupo

 Crítica do Stopmotion do Cauã:

O stopmotion é curto e intrigante, pois brinca com vários efeitos e transições ao passar duas linhas para retângulos para o cata-vento, que é encoberto por formas abstratas até que se torna fitas, como se houvesse uma intervenção externa que desfizesse o cata-vento em "tiras". Mesmo sem som, a animação fica bastante interessante, com a utilização de desenhos, formas geométricas e as fotos do trabalho de luz e sombra.

Crítica do Stopmotion da Gabriela 

O stopmotion feito pela Gabriela usou de formas geométricas para estabelecer relações entre as 3 primeiras imagens, o quadrilátero se tornou um triângulo, o triângulo dissolveu em um losango e dele 'saiu' uma esfera. Conta uma história muito abstrata, parece que acompanhamos uma jornada mas não sabemos do que, seguimos as formas geométricas passarem por diferentes fundos.

Crítica do Stopmotion do Hugo

No stopmotion do Hugo foi feito em geral um bom uso dos recursos. O tempo entre as imagens é maior, o que gera menos fluidez do movimento visado no stopmotion. Percebemos também um bom uso do áudio, o qual, apesar de não estar sincronizado igualmente dentro de uma mesma cena, auxilia no entendimento da representação que a imagem faz. Por fim, observamos que a animação está de acordo com a sequência proposta no storyboard.

Crítica stopmotion da Ana Carolina:

Nesse stopmotion, é visto a interessante utilização do contraste entre os tons cinza e cores pastéis, em especial o rosa. Nos primeiros segundos , vê-se a repetição de um mesmo movimento por um tempo relativamente longo comparado á duração da animação, o que diminui a dinâmica do projeto. Entretanto, a partir do segundo 23, a narrativa fica mais interessante, já que há a utilização de mais imagens e transições fluidas entre elas. Ademais vale ressaltar o uso dos efeitos sonoros, que no primeiro momento são reincidentes, mas depois se tornam mais condizentes com as cenas, apesar de se destacarem apenas no final da obra.

Crítica stopmotion Jade Beatriz

No stopmotion da Jade, percebemos que ela utilizou bastante o recurso de multiplicar um elemento principal e trabalhar com o movimento deles. A partir disso, na primeira parte, ela conseguiu explorar as cores, enquanto na segunda parte, ela explorou mais a perspectiva. Ademais, achamos interessante que o segundo objeto, diferentemente do primeiro, surge aos poucos do lado direito da tela, nos fazendo questionar o que iria acontecer a partir dali. Num geral, as transições também foram executadas de maneira satisfatória. Por outro lado, a falta de qualquer tipo de efeito sonoro ao longo do vídeo nos proporcionou uma sensação de vazio e um certo incômodo enquanto o assistíamos.

Sobre o Stopmotion do Matheus:

O Matheus aposta em formas geométricas bem marcantes em todo o seu roteiro. No decorrer da animação, notamos que ele cria formas que geram enquadramento logo no começo do vídeo, direcionando o nosso olhar para um ponto específico e nos mantendo focados ali até o final.É notório que o Matheus também utilizou uma combinação estética simples no começo do vídeo e a tornou mais complexa no desenrolar deste. A música se mantém constante, um som de piano, não acompanhando a mudança de quadros. Acredito ter sido intencional, pois são usados diversos mecanismos visuais que conseguem prender a atenção do espectador por si.

Crítica Stopmotion da Manuela

O stopmotion de Manuela traz uma narrativa acerca de uma estrela, a anã branca, em uma mesma cena com a movimentação de elementos (objetos) que figuram a história. A estratégia dela foi usar de alterações de cores, sons e movimentos para tecer uma narrativa, algo bem distinto da ideia de abstração, mas próximo de uma figuração.

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